Maria de Lurdes Fonseca
Blogue académico, profissional e pessoalArquivo para Sociologia da Cultura
Seminário “Para que lado é que vamos agora?”
Promovido pelo GAM (Grupo de Acessibilidade nos Museus) – mais informações em http://www.gam.org.pt/, ou clicando na imagem.
Colóquio Poder Espiritual/ Poder Temporal – As relações Igreja-Estado no tempo da República
Dia 15 e 16 de Outubro na Academia Portuguesa de História – Centro de História da Universidade de Lisboa. Cliquem nas imagens para ver o desdobrável.
Quem disse que o voto da mulher tinha a ver com emancipação feminina?
Há sempre formas de dar a volta ao texto…
(Pena ter-me esquecido da mini-saia em casa…) Ainda assim, VOTEM! Há que afirmar em vez de calar, sempre!

“Pretty Girls”?… Bem, considerando que não há mulheres feias, só homens cegos, esta solicitação pode ser altamente nociva para o ego e influência masculinos… é que, sendo nós a maioria, e todas lindas, se votarmos em massa, decidimos necessariamente o nosso futuro! :)
(Bem, falando só um bocadinho mais a sério, deixo-vos um projecto escolar, disponível no YouTube, sobre o movimento das sufragistas. Espero que gostem. Eu gostei. A autora chama-se Tara Sheffer.)
The Center on Capitalism and Society da Universidade de Columbia
Da Universidade de Columbia, o “Center on Capitalism and Society” dedica-se ao estudo do Capitalismo nas Sociedades Modernas, destacando em particular os seus aspectos sociais, culturais, económicos e políticos.
O site tem uma área de passagem obrigatória: a secção de Working Papers, onde estão disponíveis para leitura integral 42 textos produzidos pela investigação deste centro, textos de grande interesse e qualidade.
:) § 12
Já eu tweeto o que blogo, e blogo o que tweeto, ao mesmo tempo que facebooko e linkedino o que blogo e friendfeedo o que tweeto, o que blogo e o que facebooko… mas tudo automaticamente, que há vida além da web social ainda, para alguns. Valham-nos as maravilhosas e múltiplas aplicações que florescem, para todos os fins e gostos, como cogumelos :)
(Livro) Digitize this book! New Media and Open Access – Hall
Gary Hall: “Digitize This Book! The Politics of New Media, or Why We Need Open Access Now” (2008). Cliquem aqui ou na imagem para aceder à obra completa.
(Livro) Digital Material: Tracing New Media in Everyday Life and Technology – AAVV
M. van den Boomen, S. Lammes, A.-S. Lehmann, J. Raessens, M. T. Schaeefer (eds.) – Digital Material. Tracing New Media in Everyday Life and Technology (2009). Cliquem na imagem para ler o texto completo, ou aqui.
Relatório PEW Internet: A internet como diversão
Clicar ma imagem ou aqui para ler o Relatório que acabou de ser publicado.
Slactions: Research Conference in the Second Life World
A conferência, que decorrerá em Braga, nos dias 24-26 de Setembro de 2009, pode ser acompanhada “ao vivo” ou online. Ambas as participações requerem registo prévio. Clicar na imagem ou aqui.
Post Secret: maravilhoso!
E como não há duas sem três… Praxis Habitus
O Twitter é um excelente meio para conhecer colegas… Professor Gerardo Martin da Universidade de Indiana, especializado na área dos Estudos Rácicos e Sociologia da Religião e Cultura. O blogue é muito interessante. Ver aqui ou clicar na imagem.
Ou sigam no Twitter.
Posters de Intensa Propaganda da II Guerra Mundial
Muito interessante esta galeria da Revista Life, que contém 38 posters usados na II Guerra Mundial, na disseminação de mensagens de intensa e violenta propaganda. Deixo-vos quatro. Vejam todos aqui.
Três Séculos de Alice no País das Maravilhas por Tenniel, Dalí e Burton
Alice no País das Maravilhas? Simplesmente um conto surpreendente (tão surpreendente como desconcertante, tão desconcertante como mágico, tão mágico como inesquecível). Cresci com a Alice que imaginei, a partir do livro de Carroll que li, reli e treli, e que projectei a partir das ilustrações de Sir John Tenniel, as originais (no que a publicação respeita).
A principal prova de como a Alice faz sonhar é o quanto projectou no imaginário de artistas. Deixo-vos três exemplos, um de cada século, escolhidos exactamente pelo seu contraste. Espero que apreciem tanto como eu.
SÉCULO 1: Sir John Tenniel (século XIX)
O Coelho Branco, 1865
SÉCULO 2: Alice no País das Maravilhas por Salvador Dalí (século XX)
“Advice from a Caterpillar”, 1969
“Alice Frontis Piece”, 1969
(Mais da Alice de Dalí aqui)
Século 3: A Alice de Tim Burton (século XXI)

Alice, 2009
O Chapeleiro Louco, 2009
Mais maravilhosas ilustrações (e histórias), produzidas por dezenas de diferentes mãos, neste excelente post.
(imagem inicial: Maria Kirk, 1904)
Intemporais :) Pedro e os desenhos animados
Aperceber-me de como o top dos desenhos animados do meu Pedro de três anos se faz de desenhos animados que eu própria li e vi, é reconhecer como as boas ideias de animação são intemporais e como, a vida em ciclos, é inevitável.
No nº1 está o Homem-Aranha (que faz neste mês 47 anos), no nº2 os Transformers (que contam já 25 anos de existência) e no nº3 os Power Rangers (adolescentes de 16 anos de idade) e o Mickey Mouse (um sérior de 81 anos). Ora, trata-se pois de um menino de 3 anos a brincar com desenhos animados com um acumulado de… 169 anos :)
Foi especialmente surpreendente para mim ver como bastou um relance ao Homem-Aranha e ao Mickey Mouse, para o Pedro se apaixonar por estas personagens, paixão nunca tão imediata a propósito dos mais modernos desenhos. Terá com certeza imediatamente visto aquele relampejo de genialidade que transformou estas personagens em intemporais.
Estes desenhos animados não necessitaram de grande reinvenção, não obstante o carregado cariz político, dos desenhos animados norte-americanos em geral, também do Mickey Mouse, durante as guerras quentes e a fria – excelente via de endocrinação política, há que reconhecer. Ainda assim, o Pedro aprecia tanto os episódios mais contemporâneos como os mais antigos destas personagens – mesmo os mais velhinhos do Mickey Mouse – e não vejo que sejam cultural ou moralmente nocivos.
A dispensa de reinvenção, não pode aplicar-se contudo a outros, como o mega-sucesso Noddy, que li, na versão original da Enid Blyton, autora cuja literatura infanto-juvenil devorava (especialmente a série “Os Cinco”, que na versão original era para mim, quando menina, um deleite). De ler esses livros (tão diferentes da série actual), lembro os três meninos negros, maus, de que não recordo o nome em português, em inglês “The Gollies” que estavam sempre a fazer maldades ao Noddy, nomeadamente a roubar-lhe o carro, o chapéu e as roupas, e que traziam uma conotação muito politicamente incorrecta para os dias de hoje (quer pelas questões rácias implícitas, quer pelo facto de o Noddy ser humilhado por eles, especialmente por via de o deixarem nu)… Estes personagens, entre muitas outras modificações, foram obliterados da versão actual, pois feririam demasiadas susceptibilidades.
Mas que se pode fazer? Não se pode esperar de um jovem de 60 anos (comemorados este ano) a mesma mentalidade, complexo valorativo e moralidade de um jovem de hoje, pois não? ;)
“The Nightmare before Christmas”: Jack e o seu estranho mundo em poema
A propósito do aniversário do realizador Tim Burton, vale bem a pena ver… Trata-se do poema de Burton que concretiza a ideia do seu “The Nightmare before Christmas” (1993) (traduzido para português por “O Estranho Mundo de Jack”), animado e declamado por Christopher Lee. Divirtam-se!
























































